20 Oct 2019

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Crítica: Star Wars O Despertar da Força

21 Dec 2015

Salve amigos entusiastas, estou aqui para falar à respeito da minha primeira impressão a respeito do primeiro, de uma proposta de apresentar uma nova leva de filmes da consagrada saga de Star Wars, agora nas mãos da poderosa Disney e na reconhecida e competente direção de J. J.  Abrams. Quero deixar claro que sou fã da série, ao ponto de assistir o episódio 1 A ameaça fantasma, três vezes quando estreou nos cinemas brasileiros em 1999. Tenho alguns quadrinhos, os 6 primeiros filmes e li os três últimos livros da saga escritos por Timothy Zahn. Fui com um empolgadissimo amigo ao cinema e logo nos primeiros minutos a impressão que tivemos, foi a que a série de fato tomaria novos e emocionantes rumos. Infelizmente a empolgação (que a princípio acreditava estar acontecendo apenas comigo) começou a minguar ao ponto de não saber mais se o filme que eu estava assistindo, era de fato o mesmo que arrecadara mais de 500 milhões de dólares, apenas na estreia ao redor do mundo. Se você assistiu o episódio IV Uma nova esperança, certamente não conseguirá desassociar ou não relacionar todos os acontecimentos que ocorrem ao longo da história. O que me foi vendido (e a campanha de marketing foi de fato estratosferica) não foi de maneira nenhuma o que eu assisti durante 135 min de um filme que não me empolgou, não me trouxe nada de novo e ainda me apresentou um vilão tão insignificante quando inconsistente. No exato momento em que Kylo Ren retira seu sinistro capacete, um mau pressentimento tomou conta do meu ser. Não apenas pelo fato do novo vilão perecer um guitarrista de uma banda emo, mas por não me convencer em nenhum momento. 
     Ele é muito mal... Treinado, interpretado, direcionado, é inexpressivo e enfim, não convence. O planejamento, e o ataque a segunda "Estrela da Morte" é exatamente igual ao episódio IV, as cenas de luta dos Jedi são fraquissimas, e aí você me diz que eles ainda não tiveram treinamento, Luke Skywalker, Anakin Skywalker, Obi-Wan Kenobi, todos passaram por um longo período de treinamento (que funciona inclusive para evoluir o personagem). Tamanha era minha aflição e torcida para que Han Solo executasse uma tarefa simples, em meio a uma cena de ação moderada. Para que submeter um genial senhor de 73 anos a tamanho estresse? Talvez para levar velhos fãs ao cinema, e garantir as bilheterias mediante a um roteiro fraco que mais parece uma refilmagem, que uma nova proposta. Os efeitos especiais são ótimos, rever personagens icônicos é ótimo mas o filme é fraco.

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